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	<title>DIB Ortognática</title>
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	<description>Cirurgia bucomaxilofacial e ortognática em São Paulo - Dr. Matheus Dib</description>
	<lastBuildDate>Wed, 14 Oct 2026 16:37:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>DIB Ortognática</title>
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	<item>
		<title>Mentoplastia para feminização facial: um queixo mais delicado e proporcional</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/mentoplastia-para-feminizacao-facial-um-queixo-mais-delicado-e-proporcional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mentoplastia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mentoplastia para feminização facial pode modificar o formato, a projeção e as proporções do queixo, buscando características mais delicadas e harmônicas em relação ao restante da face. Como a mentoplastia pode feminizar o rosto? O queixo tem grande influência no contorno facial. Dependendo da anatomia e do objetivo de cada paciente, a mentoplastia óssea [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>mentoplastia para feminização facial</strong> pode modificar o formato, a projeção e as proporções do queixo, buscando características mais delicadas e harmônicas em relação ao restante da face.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como a mentoplastia pode feminizar o rosto?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O queixo tem grande influência no contorno facial. Dependendo da anatomia e do objetivo de cada paciente, a <strong>mentoplastia óssea</strong> pode permitir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diminuir a largura do queixo;</li>



<li>reduzir uma projeção excessiva;</li>



<li>modificar a altura do mento;</li>



<li>corrigir assimetrias;</li>



<li>suavizar um queixo mais quadrado;</li>



<li>criar um contorno mais delicado e proporcional.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Não existe um único formato de queixo feminino</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>feminização facial</strong> não significa simplesmente diminuir o queixo. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir determinadas regiões; em outros, reposicionar ou remodelar o osso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é avaliar o queixo em conjunto com mandíbula, lábios, nariz e demais proporções da face para definir quais mudanças podem trazer maior equilíbrio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Planejamento individualizado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática, em São Paulo</strong>, o Dr. Matheus Dib realiza a avaliação e o planejamento da <strong>mentoplastia para feminização facial</strong> de forma individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da análise clínica e do planejamento, é possível definir quais modificações ósseas são indicadas para cada anatomia e objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que buscar um padrão, a proposta é <strong>suavizar os traços respeitando a identidade e as características de cada face</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia ortognática e rinoplastia: é possível fazer as duas juntas?</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/cirurgia-ortognatica-e-rinoplastia-e-possivel-fazer-as-duas-juntas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Ortognática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim! Em alguns casos, é possível realizar a cirurgia ortognática e a rinoplastia no mesmo procedimento cirúrgico, buscando melhorar a harmonia facial e respeitando as necessidades de cada paciente. Quando é possível realizar as duas cirurgias juntas? A cirurgia ortognática modifica a posição da maxila e da mandíbula, enquanto a rinoplastia permite alterar características do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Sim! Em alguns casos, é possível realizar a <strong>cirurgia ortognática e a rinoplastia no mesmo procedimento cirúrgico</strong>, buscando melhorar a harmonia facial e respeitando as necessidades de cada paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando é possível realizar as duas cirurgias juntas?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>cirurgia ortognática</strong> modifica a posição da maxila e da mandíbula, enquanto a <strong>rinoplastia</strong> permite alterar características do nariz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos selecionados, os procedimentos podem ser associados, considerando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Proporções e harmonia facial;</li>



<li>Alterações na posição dos maxilares;</li>



<li>Formato e estrutura nasal;</li>



<li>Condições clínicas e segurança do paciente.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Qual a importância do planejamento?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia ortognática pode modificar a aparência e a base de sustentação do nariz. Por isso, nem sempre realizar os dois procedimentos juntos é a melhor escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas situações, pode ser mais indicado realizar a rinoplastia após a recuperação da ortognática.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como saber se posso fazer as duas cirurgias?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática, em São Paulo</strong>, o Dr. Matheus Dib realiza uma avaliação individualizada, considerando o diagnóstico, o planejamento facial e as possibilidades de associação dos procedimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cirurgia ortognática e rinoplastia juntas são possíveis em casos selecionados. O que define a indicação é um planejamento cuidadoso e individualizado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sorriso gengival: quando o biovolume pode ser indicado?</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/sorriso-gengival-quando-o-biovolume-pode-ser-indicado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Buco Maxilo Facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sorriso gengival acontece quando existe uma exposição maior da gengiva ao sorrir. Mas o que muitos pacientes não sabem é que ele pode ter diferentes causas — e é justamente a origem do problema que determina o melhor tratamento. Biovolume para sorriso gengival Em casos selecionados, o biovolume pode ser uma excelente opção de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>sorriso gengival</strong> acontece quando existe uma exposição maior da gengiva ao sorrir. Mas o que muitos pacientes não sabem é que ele pode ter <strong>diferentes causas</strong> — e é justamente a origem do problema que determina o melhor tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Biovolume para sorriso gengival</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos selecionados, o <strong>biovolume</strong> pode ser uma excelente opção de tratamento. Apesar de ainda ser uma técnica pouco conhecida pelos pacientes, quando corretamente indicada, permite modificar a região subnasal e contribuir para uma melhor relação entre o lábio e a exposição da gengiva durante o sorriso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, <strong>biovolume não é indicado para todos os tipos de sorriso gengival</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Existem outros tratamentos?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O excesso de exposição gengival pode estar relacionado à posição dos maxilares, características do lábio, gengiva, dentes ou à combinação de diferentes fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o <strong>tratamento para sorriso gengival</strong> pode envolver diferentes abordagens, desde procedimentos mais localizados até <strong>cirurgia ortognática</strong>, dependendo do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Dib Ortognática realizamos diferentes possibilidades de tratamento, sempre de acordo com a necessidade de cada paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O diagnóstico vem antes da técnica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe um tratamento único para sorriso gengival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais importante é identificar <strong>por que aquele paciente apresenta exposição excessiva da gengiva</strong> e somente depois escolher a técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática, em São Paulo</strong>, o Dr. Matheus Dib realiza a avaliação e o planejamento individualizado de cada caso, considerando face, sorriso, lábios, dentes e estruturas ósseas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um bom resultado começa com um bom diagnóstico.</strong></p>
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		<item>
		<title>Planejamento virtual 3D na cirurgia ortognática</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/planejamento-virtual-3d-na-cirurgia-ortognatica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 16:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Ortognática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planejamento virtual 3D permite estudar a face e planejar os movimentos da cirurgia ortognática de forma individualizada antes do procedimento. O que pode ser avaliado? Planejamento feito pelo próprio cirurgião Na Dib Ortognática, o planejamento virtual é realizado pelo Dr. Matheus Dib, cirurgião bucomaxilofacial, que avalia cada detalhe do caso e define os movimentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>planejamento virtual 3D</strong> permite estudar a face e planejar os movimentos da <strong>cirurgia ortognática</strong> de forma individualizada antes do procedimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que pode ser avaliado?</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>posição da maxila e mandíbula;</li>



<li>assimetrias faciais;</li>



<li>mordida e proporções da face;</li>



<li>movimentos ósseos necessários.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Planejamento feito pelo próprio cirurgião</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática</strong>, o planejamento virtual é realizado pelo <strong>Dr. Matheus Dib, cirurgião bucomaxilofacial</strong>, que avalia cada detalhe do caso e define os movimentos de acordo com o diagnóstico e a anatomia do paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Materiais personalizados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do <strong>planejamento 3D</strong>, quando indicado, podem ser desenvolvidos <strong>guias cirúrgicos, placas e materiais personalizados</strong> para cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnologia e experiência caminham juntas para tornar cada planejamento verdadeiramente individualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Próteses faciais customizadas: é possível modificar o contorno facial de forma personalizada?</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/proteses-faciais-customizadas-e-possivel-modificar-o-contorno-facial-de-forma-personalizada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 14:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Buco Maxilo Facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim. Hoje é possível planejar próteses faciais customizadas de acordo com a anatomia e as necessidades de cada paciente. Diferentemente de trabalhar com um formato padronizado, a prótese personalizada é desenvolvida a partir de um planejamento clínico e virtual, considerando as proporções da face e a região que se deseja modificar. Entre as possibilidades estão: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sim. Hoje é possível planejar <strong>próteses faciais customizadas</strong> de acordo com a anatomia e as necessidades de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de trabalhar com um formato padronizado, a prótese personalizada é desenvolvida a partir de um <strong>planejamento clínico e virtual</strong>, considerando as proporções da face e a região que se deseja modificar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as possibilidades estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contorno e ângulo da mandíbula:</strong> para pacientes que buscam maior definição ou projeção da região mandibular.</li>



<li><strong>Zigomático – a maçã do rosto:</strong> pode aumentar ou modificar a projeção da região malar.</li>



<li><strong>Queixo:</strong> permite modificar projeção, formato e contorno em casos selecionados.</li>



<li><strong>Região subnasal e outras áreas da face:</strong> dependendo da necessidade, o planejamento pode contemplar outras regiões para melhorar proporções e contornos faciais.</li>



<li><strong>Assimetrias faciais:</strong> próteses customizadas também podem ser planejadas para determinados casos em que existe diferença de volume ou contorno entre os lados da face.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa uma prótese facial customizada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Significa que o planejamento é realizado <strong>especificamente para a anatomia daquele paciente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos exames de imagem e da avaliação clínica, a estrutura óssea da face pode ser estudada virtualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O formato, volume, projeção e posicionamento da prótese são então planejados considerando as características individuais e o objetivo do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, não existe uma única prótese ideal para todos os pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento clínico e virtual caminham juntos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>planejamento virtual facial</strong> é uma ferramenta importante para estudar possibilidades, mas ele não substitui a avaliação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cirurgião precisa analisar pessoalmente as proporções da face, os tecidos, a simetria e compreender exatamente qual é a queixa e a expectativa do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia ajuda a transformar esse diagnóstico em um planejamento individualizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível deixar a mandíbula mais marcada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos selecionados, uma <strong>prótese customizada de mandíbula</strong> pode modificar o contorno mandibular e a região dos ângulos da mandíbula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não existe uma medida ou formato que seja adequado para todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um contorno que funciona para uma face pode não funcionar para outra. Por isso, o objetivo do planejamento não deve ser simplesmente criar uma mandíbula maior, mas encontrar <strong>proporção entre mandíbula, queixo, maçãs do rosto e o restante da face</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível aumentar a maçã do rosto?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A região zigomática, conhecida popularmente como <strong>maçã do rosto</strong>, também pode ser modificada com uma <strong>prótese facial customizada</strong> em casos selecionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento determina formato, projeção e posicionamento de acordo com a anatomia do paciente e com o equilíbrio desejado para a face.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Personalização é parte fundamental do tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em <strong>implantes ou próteses faciais customizadas</strong>, não estamos falando apenas de escolher um tamanho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos falando de estudar a face e desenvolver um planejamento específico para aquele paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática, em São Paulo</strong>, a indicação das próteses faciais é realizada após avaliação individualizada e planejamento clínico e virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contorno mandibular, ângulo da mandíbula, zigomático, queixo e outras regiões da face podem ser avaliados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é entender o que o paciente deseja modificar e, principalmente, o que é possível realizar respeitando sua anatomia e suas proporções faciais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mentoplastia óssea: para aumentar, diminuir ou corrigir assimetrias do queixo</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/mentoplastia-ossea-para-aumentar-diminuir-ou-corrigir-assimetrias-do-queixo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 14:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mentoplastia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mentoplastia óssea: para aumentar, diminuir ou corrigir assimetrias do queixo A mentoplastia óssea, também conhecida como cirurgia do queixo, é um procedimento que permite modificar a posição e as proporções do queixo para buscar maior equilíbrio facial. O procedimento pode ser indicado para diferentes alterações, como: Mentoplastia óssea para queixo para trás O queixo retraído [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://dibortognatica.com.br/blog/mentoplastia-ossea-para-aumentar-diminuir-ou-corrigir-assimetrias-do-queixo/">Mentoplastia óssea: para aumentar, diminuir ou corrigir assimetrias do queixo</a> apareceu primeiro em <a href="https://dibortognatica.com.br">DIB Ortognática</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Mentoplastia óssea: para aumentar, diminuir ou corrigir assimetrias do queixo</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>mentoplastia óssea</strong>, também conhecida como <strong>cirurgia do queixo</strong>, é um procedimento que permite modificar a posição e as proporções do queixo para buscar maior equilíbrio facial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento pode ser indicado para diferentes alterações, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Queixo para trás ou retraído:</strong> a mentoplastia de avanço permite aumentar a projeção do queixo.</li>



<li><strong>Queixo muito projetado:</strong> o osso pode ser reposicionado para diminuir sua projeção.</li>



<li><strong>Queixo muito longo:</strong> em casos selecionados, é possível reduzir sua altura.</li>



<li><strong>Queixo pequeno:</strong> o planejamento pode aumentar sua projeção e, dependendo do caso, sua dimensão vertical.</li>



<li><strong>Queixo assimétrico ou desviado:</strong> a mentoplastia pode reposicionar o mento para melhorar a simetria facial.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mentoplastia óssea para queixo para trás</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>queixo retraído</strong> é uma das principais razões pelas quais pacientes procuram a mentoplastia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, existe uma diferença importante: <strong>nem todo queixo para trás é causado pelo próprio queixo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns pacientes, a mandíbula inteira está posicionada para trás. Por isso, antes de indicar uma <strong>mentoplastia de avanço</strong>, é fundamental avaliar a posição do queixo, da mandíbula, a mordida e as proporções da face.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa avaliação permite diferenciar os casos que podem ser tratados com <strong>mentoplastia óssea</strong> daqueles que podem necessitar de <strong>cirurgia ortognática</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mentoplastia para diminuir o queixo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>mentoplastia de redução</strong> pode ser indicada quando existe excesso de projeção ou altura do queixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento é individualizado para definir quanto e em qual direção o osso deve ser reposicionado, sempre considerando sua relação com o restante da face.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo não é simplesmente deixar o queixo menor, mas buscar <strong>proporção e equilíbrio facial</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mentoplastia para assimetria do queixo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o <strong>queixo é torto, desviado ou assimétrico</strong>, a mentoplastia óssea pode ser uma possibilidade de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante, porém, identificar de onde vem a assimetria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns pacientes, ela está principalmente no queixo. Em outros, envolve também a mandíbula ou outras estruturas faciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o diagnóstico correto é essencial para determinar se a indicação é apenas de <strong>mentoplastia para assimetria</strong> ou se existe necessidade de um tratamento mais amplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é planejada a mentoplastia óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento começa com uma avaliação realizada pelo <strong>cirurgião bucomaxilofacial</strong> e pode envolver:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>análise do perfil e das proporções faciais;</li>



<li>avaliação da posição do queixo e da mandíbula;</li>



<li>análise da simetria facial;</li>



<li>avaliação da mordida;</li>



<li>exames de imagem;</li>



<li>planejamento virtual, quando indicado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática, em São Paulo</strong>, cada caso de mentoplastia óssea é avaliado individualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que simplesmente aumentar ou diminuir o queixo, o planejamento busca compreender <strong>qual posição do mento apresenta maior equilíbrio em relação às características da face de cada paciente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você percebe o <strong>queixo para trás, muito projetado, longo ou assimétrico</strong>, uma avaliação especializada pode identificar a origem dessa característica e determinar se a <strong>mentoplastia óssea</strong> é uma possibilidade de tratamento.</p>
<p>O post <a href="https://dibortognatica.com.br/blog/mentoplastia-ossea-para-aumentar-diminuir-ou-corrigir-assimetrias-do-queixo/">Mentoplastia óssea: para aumentar, diminuir ou corrigir assimetrias do queixo</a> apareceu primeiro em <a href="https://dibortognatica.com.br">DIB Ortognática</a>.</p>
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		<title>Reoperação de cirurgia ortognática: quando é necessário operar novamente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:56:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Ortognática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reoperação de cirurgia ortognática pode ser considerada quando um paciente que já passou por uma ou mais cirurgias apresenta alterações funcionais, assimetrias, mudanças na mordida, recidivas ou insatisfação com aspectos do resultado. Mas operar novamente não significa simplesmente repetir uma cirurgia anterior. Cada procedimento modifica a anatomia e deixa um histórico que precisa ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>reoperação de cirurgia ortognática</strong> pode ser considerada quando um paciente que já passou por uma ou mais cirurgias apresenta alterações funcionais, assimetrias, mudanças na mordida, recidivas ou insatisfação com aspectos do resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas operar novamente não significa simplesmente repetir uma cirurgia anterior. Cada procedimento modifica a anatomia e deixa um histórico que precisa ser cuidadosamente compreendido antes de qualquer nova intervenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que uma reoperação exige um planejamento detalhado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em pacientes que já passaram por uma <strong>cirurgia ortognática</strong>, podem existir alterações anatômicas, tecido cicatricial, placas e parafusos, além de mudanças na posição dos ossos e tecidos da face.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o <strong>planejamento da reoperação</strong> deve começar com uma avaliação completa do histórico do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exames de imagem, tomografias, avaliação da mordida, posição dos maxilares, simetria facial, articulações temporomandibulares e materiais utilizados anteriormente podem fazer parte dessa investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento virtual também pode auxiliar o <strong>cirurgião bucomaxilofacial</strong> a estudar a anatomia atual e as possibilidades de uma nova cirurgia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nem toda insatisfação significa que é preciso operar novamente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de indicar uma nova cirurgia, é fundamental entender exatamente o que incomoda o paciente e identificar a origem dessa alteração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, pode existir indicação cirúrgica. Em outros, um tratamento diferente pode ser mais adequado. E existem situações em que uma nova cirurgia não é recomendada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma reoperação deve começar pelo <strong>diagnóstico</strong>, e não pela decisão de operar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O cuidado emocional também faz parte do tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quem procura uma reoperação pode carregar medo, insegurança, frustração ou expectativas relacionadas às experiências anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, além dos exames e do planejamento, é importante compreender <strong>como esse paciente chega emocionalmente para uma nova cirurgia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acolher não significa prometer que tudo poderá ser modificado. Significa ouvir, compreender as expectativas e conversar com transparência sobre aquilo que é possível alcançar e também sobre as limitações do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando necessário, o acompanhamento psicológico pode fazer parte desse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível fazer cirurgia ortognática novamente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, dependendo das condições e da indicação de cada caso. E não necessariamente estamos falando de uma segunda cirurgia. Existem pacientes que já passaram por duas, três ou mais intervenções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais importante não é simplesmente quantas cirurgias já foram realizadas, mas entender <strong>o que foi feito, como está a anatomia atualmente e o que pode ser realizado com segurança</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>Dib Ortognática, em São Paulo</strong>, pacientes que já realizaram cirurgia ortognática são avaliados individualmente, considerando aspectos funcionais, estéticos, anatômicos e emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata de uma <strong>reoperação de cirurgia ortognática</strong>, o cuidado começa muito antes de operar novamente: começa com <strong>escuta, diagnóstico, planejamento e expectativas realistas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Estalo na mandíbula: quando é sinal de problema na ATM?</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/estalo-na-mandibula-quando-e-sinal-de-problema-na-atm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fiama]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abrir a boca pra bocejar e ouvir um &#8220;clique&#8221;. Sentir a mandíbula travar por um instante durante o almoço. Se você convive comisso, não está sozinho: o estalo na mandíbula é uma das queixas mais comuns que recebemos no consultório.A boa notícia é que nem todo estalo é sinal de doença. A articulação temporomandibular, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Abrir a boca pra bocejar e ouvir um &#8220;clique&#8221;. Sentir a mandíbula travar por um instante durante o almoço. Se você convive com<br>isso, não está sozinho: o estalo na mandíbula é uma das queixas mais comuns que recebemos no consultório.<br>A boa notícia é que nem todo estalo é sinal de doença. A articulação temporomandibular, a ATM, é uma das mais usadas do<br>corpo. Ela trabalha toda vez que você fala, mastiga ou engole, milhares de vezes por dia<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a mandíbula estala</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da ATM existe um pequeno disco de cartilagem que acompanha o movimento da mandíbula. Quando esse disco sai da<br>posição ideal e volta durante o movimento, ele produz o som do estalo. Entre os fatores que contribuem estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Hábitos como apertar ou ranger os dentes (bruxismo)</li>



<li>Alterações na mordida ou na posição da mandíbula</li>



<li>Sobrecarga da musculatura da mastigação, muitas vezes ligada a estresse</li>



<li>Alterações estruturais na própria articulação</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o estalo merece avaliação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um estalo isolado, sem dor e sem limitação, geralmente pode ser apenas acompanhado. O cenário muda quando ele vem<br>acompanhado de outros sinais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor na região do ouvido, na face ou na cabeça ao mastigar</li>



<li>Episódios de travamento, com dificuldade pra abrir ou fechar a boca</li>



<li>Mudança na mordida, como a sensação de que os dentes &#8220;não se encaixam&#8221; mais</li>



<li>Estalo que foi ficando mais frequente ou mais intenso com o tempo<br><br>O estalo é um aviso, não um diagnóstico. O papel da avaliação é descobrir o que ele está tentando dizer no seu caso</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">O estalo é um aviso, não um diagnóstico. O papel da avaliação é descobrir o que ele está tentando dizer no seu caso</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a avaliação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação começa com a escuta da sua história e o exame clínico da articulação e da musculatura. Dependendo do caso,<br>exames de imagem ajudam a visualizar o disco e as estruturas da ATM.<br>O tratamento varia conforme a causa: vai de medidas conservadoras, como placas e fisioterapia, até procedimentos cirúrgicos<br>em situações específicas. Cada caso é único, e é a avaliação individual que define o caminho adequado pra você.</p>
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		<title>Primeira consulta com o cirurgião bucomaxilofacial: como se preparar</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/primeira-consulta-com-o-cirurgiao-bucomaxilofacial-como-se-preparar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fiama]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira consulta costuma gerar mais ansiedade do que a própria cirurgia. É natural: você chega com dúvidas acumuladas, histórias que ouviu de outras pessoas e, muitas vezes, anos convivendo com um incômodo. A boa notícia é que essa conversa inicial existe justamente pra organizar tudo isso. Neste artigo, explicamos como aproveitar melhor esse primeiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira consulta costuma gerar mais ansiedade do que a própria cirurgia. É natural: você chega com dúvidas acumuladas, histórias que ouviu de outras pessoas e, muitas vezes, anos convivendo com um incômodo. A boa notícia é que essa conversa inicial existe justamente pra organizar tudo isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, explicamos como aproveitar melhor esse primeiro encontro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que levar no dia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais informação o cirurgião tiver em mãos, mais completa fica a avaliação. Se você tiver, leve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exames de imagem recentes (radiografias, tomografias)</li>



<li>Documentação ortodôntica, se estiver em tratamento com aparelho</li>



<li>Lista de medicamentos de uso contínuo</li>



<li>Suas dúvidas anotadas — no consultório é comum esquecer metade delas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não tem exame nenhum? Sem problema. A avaliação clínica é o ponto de partida, e os exames necessários são solicitados a partir dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece durante a avaliação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta começa com uma conversa sobre a sua queixa: o que incomoda, há quanto tempo, como isso afeta sua rotina. Depois vem o exame clínico, a análise dos exames disponíveis e uma explicação sobre as possibilidades de tratamento pro seu caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada rosto conta uma história diferente. O papel da primeira consulta é entender a sua antes de qualquer decisão sobre tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma decisão precisa sair fechada desse primeiro encontro. O objetivo é você entender seu diagnóstico e as opções — o tempo de maturação da decisão é seu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong> Perguntas que valem a pena fazer</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Qual é o meu diagnóstico e o que acontece se eu não tratar?</li>



<li>Quais alternativas de tratamento existem pro meu caso?</li>



<li>Como funciona o planejamento da cirurgia?</li>



<li>Como é o acompanhamento no pós-operatório?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada caso é único, e as respostas variam de pessoa pra pessoa. Por isso a avaliação individual é insubstituível: é ela que transforma informação genérica em um plano feito pra você.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Rinoplastia e cirurgia ortognática juntas: quando dá pra combinar e quando o nariz precisa esperar</title>
		<link>https://dibortognatica.com.br/blog/rinoplastia-e-cirurgia-ortognatica-juntas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fiama]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rinoplastia e perfil facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você quer arrumar o nariz, mas o problema pode estar no maxilar ou no queixo. Entenda a ordem obrigatória das cirurgias e a regra que decide se dá pra fazer tudo de uma vez.</p>
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<!-- Blog · artigo "Rinoplastia e cirurgia ortognática juntas: quando dá pra combinar e quando o nariz precisa esperar" — gerado por scripts/gen_blog.py a partir de
     conteudo/artigos/rinoplastia-e-cirurgia-ortognatica-juntas.txt. Não editar aqui; editar o .txt e reexecutar. Vídeo-fonte: 9Et5LITT2OY. -->
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    <p class="dib-art__eyebrow">Rinoplastia e perfil facial</p>
    <h1 class="dib-art__title">Rinoplastia e cirurgia ortognática juntas: quando dá pra combinar e quando o nariz precisa esperar</h1>
    <p class="dib-art__dek">Você quer arrumar o nariz, mas o problema pode estar no maxilar ou no queixo. Entenda a ordem obrigatória das cirurgias e a regra que decide se dá pra fazer tudo de uma vez.</p>
    <p class="dib-art__meta">Agosto de 2026 · 8 min de leitura</p>
    <hr class="dib-art__rule">
    <div class="dib-art__body">
<p>Você olha no espelho, não gosta do nariz e a primeira ideia que aparece é rinoplastia. Faz sentido, é o que a gente vê. Só que muita gente chega ao consultório querendo mexer no nariz e descobre que a queixa começa mais abaixo, no maxilar ou no queixo. O nariz se apoia numa base óssea, e quando essa base está fora de posição a percepção do rosto inteiro muda. Por isso, antes de falar em nariz, vale entender o que está sustentando ele.</p>
<p>Quem trata isso na clínica é uma dupla. A cirurgia ortognática, que reposiciona os ossos da face, é feita pelo Dr. Matheus Dib, cirurgião bucomaxilofacial. A rinoplastia é feita pelo Dr. Vinicius Dib, cirurgião plástico especialista em nariz, que é irmão do Matheus e opera os casos combinados junto com ele. Essa divisão não é detalhe burocrático. O Conselho não autoriza o cirurgião bucomaxilo a fazer rinoplastia estética, então a parte do nariz é sempre do cirurgião plástico. Quando um caso pede as duas coisas, os dois trabalham em dupla, cada um na sua competência.</p>
<h2>por que o nariz nunca vem antes</h2>
<p>Existe uma regra que não tem exceção nesse tipo de planejamento. Se o seu caso tem indicação de ortognática e você também quer mexer no nariz, a ortognática vem primeiro. Sempre. A ordem inversa não acontece.</p>
<blockquote><p>Se o paciente tem planejamento de ortognática e nariz, a gente nunca opera o nariz antes.</p><cite>Dr. Vinicius Dib, cirurgião plástico</cite></blockquote>
<p>O motivo aparece numa frase que resume a lógica anatômica de tudo isso.</p>
<blockquote><p>O céu da boca é o chão do nariz.</p><cite>Dr. Matheus Dib</cite></blockquote>
<p>Pense na estrutura. A maxila é o osso da parte de cima da boca, onde ficam os dentes superiores. O teto da sua boca, o palato, é a parte de baixo desse osso. E a parte de cima do mesmo osso é justamente o piso do nariz. Maxila e nariz compartilham a mesma fundação. Quando a ortognática move a maxila, ela mexe no chão sobre o qual o rinoplasta vai montar a nova estrutura nasal. Operar o nariz primeiro seria construir a casa antes de saber onde vai ficar o terreno. Se depois a maxila muda de lugar, o resultado do nariz muda junto, e o trabalho feito antes se perde.</p>
<p>Vale entender o vocabulário básico, porque ele vai voltar. Maxila é o osso de cima, com os dentes superiores. Mandíbula é o osso de baixo, o que se move quando você fala e mastiga. A cirurgia ortognática reposiciona um desses ossos, ou os dois, pra corrigir a forma como eles se encaixam e como o rosto se organiza. É uma cirurgia que muda função, mordida e respiração, não só aparência.</p>
<h2>a regra dos 5 mm decide se dá pra fazer tudo junto</h2>
<p>Nem sempre a ortognática e a rinoplastia precisam ser cirurgias separadas, com meses de intervalo. Em parte dos casos dá pra combinar as duas no mesmo tempo cirúrgico. O que decide isso é o tamanho do movimento planejado pra maxila, e existe um número de referência pra isso.</p>
<p>O protocolo vem do Dr. Mirco Raffaini, cirurgião italiano referência na área, e ficou conhecido como a regra dos 5 mm. Funciona assim. O cirurgião calcula quanto a maxila precisa se mover, seja pra cima, pra baixo, pra frente ou pra trás. Se esse movimento fica dentro de 5 milímetros, a base do nariz muda pouco, e há espaço pra pensar em fazer as duas cirurgias juntas. Se o movimento passa de 5 milímetros, a recomendação é fazer a rinoplastia depois, e não no mesmo procedimento.</p>
<p>A razão é a mesma da ordem obrigatória. Um movimento grande de maxila altera bastante o piso do nariz. Montar a estrutura nasal em cima de uma base que acabou de se deslocar muito deixa o resultado imprevisível. Melhor deixar a fundação assentar primeiro, e só depois trabalhar o nariz sobre um terreno já estável.</p>
<p>Quando a rinoplastia fica pra depois, o intervalo costuma ser de uns seis meses. Esse tempo tem uma função clara. Toda cirurgia gera edema, que é o inchaço dos tecidos operados. Enquanto o edema não baixa, o rosto ainda não mostra o formato final. Esperar o inchaço se acomodar deixa o cirurgião plástico planejar o nariz com base no rosto de verdade, o que ele vai ser depois da ortognática, e não no rosto ainda inchado das primeiras semanas.</p>
<h2>a ortognática muda o nariz mesmo sem tocar nele</h2>
<p>Um ponto que surpreende quem chega querendo só rinoplastia é que a cirurgia ortognática altera o nariz por conta própria. Ela nem precisa encostar nele. Ao mudar a base óssea, ela muda a aparência da parte de cima.</p>
<p>Como explica o Dr. Vinicius Dib, cirurgião plástico, a ortognática altera o nariz: ele tende a ficar mais largo depois do reposicionamento da maxila, e a ponta pode se comportar de um jeito diferente conforme a maxila avança. Aqui cabe uma correção técnica importante, porque circula a ideia de que a ortognática &#8220;levanta a ponta do nariz&#8221;. No avanço, a maxila desce e vem pra frente, e isso projeta mais o nariz. A sensação de ponta subindo é percepção visual, efeito da mudança do conjunto do rosto. Quem de fato trabalha o dorso e as cartilagens do nariz é a rinoplastia, não a ortognática. Uma coisa é a base se mover e mudar a moldura. Outra é esculpir a estrutura nasal em si.</p>
<p>Esse é mais um argumento pra ordem não se inverter. Se a própria ortognática já muda largura e projeção do nariz, faz sentido esperar essa mudança acontecer antes de decidir o que a rinoplastia vai ajustar.</p>
<h2>quando o nariz parece o problema, mas não é</h2>
<p>Boa parte dos casos combinados começa com uma queixa sobre o nariz que, no fim, aponta pra outro lugar. Duas situações aparecem bastante.</p>
<p>A primeira é o paciente classe II. Classe II é quando o queixo e a mandíbula ficam mais recuados em relação à maxila, o clássico perfil de queixo pra trás. Nessa configuração, o nariz parece maior do que realmente é. Não é uma ilusão qualquer, é geometria. Como resume o Dr. Vinicius Dib, cirurgião plástico, &#8220;quando o paciente tem o queixo para trás, parece que o nariz é maior do que é, é questão de perspectiva&#8221;. Quando o queixo recua, o nariz fica mais em evidência no perfil, e o olho lê isso como nariz grande.</p>
<p>Nesses casos, a indicação principal é a ortognática, que traz o queixo e a mandíbula pra posição certa e reequilibra o perfil. No mínimo, uma mentoplastia já melhora bastante. Mentoplastia é a cirurgia que reposiciona o queixo, avançando ele quando está recuado. Só de acertar o queixo, a proporção do nariz com o resto do rosto muda, e o nariz que parecia grande passa a parecer adequado, sem ninguém ter tocado nele.</p>
<p>A segunda situação é o paciente birretruso. Birretruso é quando os dois maxilares, maxila e mandíbula, estão recuados, o que deixa a face mais curta e comprimida. Essa pessoa quase sempre acha o nariz grande. Mas o nariz costuma estar do tamanho certo. O que falta é projeção dos ossos, é trazer maxila e mandíbula pra frente. Corrigido isso, o rosto ganha o comprimento que faltava, e a relação com o nariz se ajeita. Reduzir o nariz num caso desses seria tratar o sintoma errado.</p>
<h2>o que muda a vida é a função, o nariz é o acabamento</h2>
<p>Existe uma hierarquia clara nessa combinação, e ela ajuda a colocar as prioridades no lugar. A ortognática é uma cirurgia funcional. Ela mexe em mordida, em respiração, em como você mastiga, em como os dentes se encaixam. A rinoplastia é predominantemente estética.</p>
<blockquote><p>O que vai realmente mudar a sua vida é a cirurgia ortognática, porque é uma cirurgia funcional. A rinoplastia é a cereja do bolo.</p><cite>Dr. Vinicius Dib, cirurgião plástico</cite></blockquote>
<p>Isso não diminui a rinoplastia. Significa que a ordem das prioridades segue a função. Primeiro se resolve o que afeta como o seu corpo trabalha. Depois se faz o refinamento estético, sobre uma base já corrigida e estável.</p>
<p>E há um cuidado que o cirurgião plástico faz questão de reforçar sobre o nariz, ligado justamente à respiração. O nariz funciona como uma válvula, ele controla a passagem de ar. Técnicas que estreitam demais essa passagem, na busca de um nariz mais fino, podem comprometer a respiração. A parte estrutural do nariz não é só formato, ela precisa continuar deixando você respirar bem. Por isso qualquer plano que envolva o nariz pesa o resultado visual junto com a função da válvula nasal, e não considera só a aparência isolada. Um nariz bonito que respira mal não é um bom resultado.</p>
<h2>o que uma avaliação conjunta analisa e por que a ordem importa</h2>
<p>Se você chegou aqui querendo entender se o seu caso é de nariz, de maxilar ou dos dois, a resposta honesta é que só uma avaliação conjunta responde. E vale saber o que essa avaliação examina quando os dois cirurgiões olham o mesmo rosto.</p>
<p>A avaliação verifica se existe indicação de ortognática, ou seja, se maxila e mandíbula estão fora de posição a ponto de precisar reposicionamento. Mede quanto a maxila precisaria se mover, porque esse número, comparado aos 5 milímetros, define se dá pra combinar as cirurgias ou se o nariz vai esperar. Analisa se a queixa sobre o nariz não é, na verdade, um efeito de perspectiva de um queixo recuado ou de uma face birretrusa, casos em que a ortognática e a mentoplastia resolvem a proporção sem cirurgia no nariz. E avalia a estrutura nasal pensando na respiração, pra que qualquer ajuste preserve a válvula que deixa o ar passar, sempre conforme a avaliação individual de cada paciente.</p>
<p>A ordem importa porque ela protege o seu resultado. A maxila é o chão do nariz. Reposicionar esse chão primeiro, esperar o edema baixar e só então trabalhar o nariz sobre uma base estável é o que faz cada cirurgia render o que promete. Fazer na ordem inversa, ou combinar tudo quando o movimento ósseo é grande demais, coloca em risco justamente aquilo que você foi buscar.</p>
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    <figure class="dib-art__source">
      <p class="dib-art__source-label">Este conteúdo nasceu de uma conversa no canal do Dr. Matheus Dib com o cirurgião plástico Dr. Vinicius Dib. Assista na íntegra:</p>
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        <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i.ytimg.com/vi/9Et5LITT2OY/hqdefault.jpg" alt="Conversa no canal do Dr. Matheus Dib com o cirurgião plástico Dr. Vinicius Dib" width="480" height="360" loading="lazy">
        <span class="dib-art__play"></span>
      </button>
    </figure>
  <section class="dib-art-faq">
    <h2 class="dib-art-faq__title">Perguntas <em>frequentes</em></h2>
    <details class="dib-art-faq__item">
      <summary><span class="dib-art-faq__q">Quem faz a rinoplastia na clínica?</span><span class="dib-art-faq__arrow">+</span></summary>
      <p class="dib-art-faq__a">A rinoplastia é feita pelo Dr. Vinicius Dib, cirurgião plástico especialista em nariz. A cirurgia ortognática, que reposiciona os ossos da face, é feita pelo Dr. Matheus Dib, cirurgião bucomaxilofacial. Nos casos combinados os dois trabalham em dupla, cada um na sua área. O cirurgião bucomaxilo não realiza rinoplastia estética, isso é competência do cirurgião plástico.</p>
    </details>
    <details class="dib-art-faq__item">
      <summary><span class="dib-art-faq__q">Dá pra fazer a rinoplastia e a ortognática na mesma cirurgia?</span><span class="dib-art-faq__arrow">+</span></summary>
      <p class="dib-art-faq__a">Depende do tamanho do movimento planejado pra maxila. Pela regra dos 5 milímetros, do protocolo do Dr. Mirco Raffaini, se o movimento fica dentro de 5 mm há espaço pra pensar em combinar as duas cirurgias. Se passa de 5 mm, a recomendação é fazer a rinoplastia depois. A definição sai da avaliação individual do seu caso.</p>
    </details>
    <details class="dib-art-faq__item">
      <summary><span class="dib-art-faq__q">Por que o nariz não pode ser operado antes da ortognática?</span><span class="dib-art-faq__arrow">+</span></summary>
      <p class="dib-art-faq__a">Porque o nariz se apoia na maxila, o osso de cima da boca. A ortognática move essa base, que é o chão do nariz. Operar o nariz antes seria montar a estrutura nasal sobre um terreno que ainda vai mudar de lugar, o que faria o resultado se perder. Por isso a ortognática vem sempre primeiro.</p>
    </details>
    <details class="dib-art-faq__item">
      <summary><span class="dib-art-faq__q">Quanto tempo espero entre uma cirurgia e outra quando a rinoplastia fica pra depois?</span><span class="dib-art-faq__arrow">+</span></summary>
      <p class="dib-art-faq__a">O intervalo costuma ser de uns seis meses. Esse tempo serve pra o edema, que é o inchaço da cirurgia, se acomodar. Assim o cirurgião plástico planeja o nariz com base no rosto já com seu formato final, e não no rosto ainda inchado do pós-operatório recente.</p>
    </details>
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        <p class="dib-art__author-name">Dr. Matheus Dib</p>
        <p class="dib-art__author-role">Cirurgião bucomaxilofacial · CRO-SP 96881</p>
        <p class="dib-art__author-bio">Especialista em cirurgia ortognática, com formação também em ortodontia. <a href="/dr-matheus-dib/">Conheça a trajetória do Dr. Matheus</a>.</p>
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    <h2 class="dib-artcta__title">O primeiro passo é uma <em>conversa.</em></h2>
    <p class="dib-artcta__sub">Cada caso é único. Agende uma avaliação para entender, com calma, o melhor caminho para o seu.</p>
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